
Foto de José Medeiros
Do Filósofo do Centro Cínico
Ratinho Jr. viaja amanhã para Orlando, EUA, em férias. Com o resultado da mais nova pesquisa, poderia dispensar o vôo de avião. Inflado, como balão, poderia ir voando, mas não como o padre, aquele. Aliás, há quem diga que, se continuar assim, a aprovação da administração dele pode chegar a 120% e continuar mesmo depois de ele deixar o governo no fim do ano.
Assim veio:
A aprovação do governador Ratinho Junior (PSD) permanece em patamar elevado no Paraná. Pesquisa do instituto Radar Inteligência divulgada nesta quinta-feira (25) mostra que 84% dos paranaenses aprovam a maneira como o governador administra o Estado. Continue lendo
por Flávio `Pereira, em O Sul
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, afirmou que se sente mais respeitada pela imprensa internacional do que pela brasileira. Em entrevista à Rede PT de Comunicação, ela disse que tem sido alvo de críticas vindas de diferentes setores e que, em alguns momentos, chegou a pensar em deixar Brasília e voltar para São Paulo.
Segundo Janja, quando participa de eventos e viagens internacionais, costuma receber atenção da imprensa estrangeira para tratar de temas ligados às suas atividades, enquanto, no Brasil, as perguntas frequentemente se concentram em aspectos como gastos e logística de suas viagens.
Da Agência Estadual de Notícias
A iniciativa será implementada por meio do Programa Jovem Previdente, desenvolvido pela Paranaprevidência, e deve alcançar cerca de 620 mil estudantes da rede estadual nos próximos cinco anos.
O Paraná será o primeiro estado brasileiro a incluir conteúdos de seguridade e previdência social na grade curricular obrigatória das escolas públicas. A iniciativa será implementada por meio do Programa Jovem Previdente, desenvolvido pela Paranaprevidência como parte de suas ações de Educação Previdenciária. A iniciativa será lançada oficialmente em 30 de junho no Colégio Estadual Guaíra, em Curitiba.
Para ampliar o alcance do programa em todo o Estado, a Paranaprevidência firmou um termo de cooperação técnica com a Secretaria de Estado da Educação (Seed) e a Escola de Gestão do Paraná (EGPR). A parceria permitirá levar o conteúdo aos estudantes da rede estadual de ensino, alcançando inicialmente os alunos do 3º ano do Ensino Médio.
Somente em 2026, a expectativa é atender mais de 120 mil estudantes. Ao longo dos cinco anos de vigência mínima do acordo, cerca de 620 mil jovens deverão participar da iniciativa. Continue lendo
Do Goela de Ouro
O pré-candidato ao governo Rafael Greca deve estar pisando em ovos depois de ser oficializado pelo MDB. Uma rápida verificada no estilo ‘cara-crachá’ do evento, se comparada ao portal de transparência do estado identifica diversos em cargos em comissão na Casa Civil, Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Governadoria. Do intitulado coordenador político à segurança pessoal, todos aparecem lá. O problema pode ser maior ainda se o governador resolver chamar esses indicados, até porque saiu da caneta dele a nomeação.
por Marcos Augusto Gonçalves, na FSP
Direita enfrenta dificuldades com candidatura catastrófica de Flávio Bolsonaro e demais opções. Petista tem problemas, mas é previsível e só tem mais uma disputa, depois cenário vai se reabrir
Os resultados da mais recente pesquisa Datafolha consolidaram o tombo que o candidato Flávio Bolsonaro levou de seu pangaré obscuro ao ser apanhado em flagrante a pedir dinheiro grosso ao banqueiro Daniel Vorcaro para supostamente financiar “Dark Horse”, a cinebiografia de seu pai.
Por mais que se tente encarar as coisas com benevolência pelo lado do senador, sua situação piorou depois da conversa vazada com o dono do Master. A realidade é que Lula está dez pontos percentuais à frente na pesquisa estimulada. Na espontânea, em que os nomes dos presidenciáveis não são apresentados, Lula é citado por 30% e Flávio Bolsonaro, por 17%.
A sondagem de segundo turno, mais problemática, que pede ainda mais cautela, mostra o petista quatro pontos à frente de seu rival, que já o havia ultrapassado numericamente. Flávio também bate Lula em rejeição. Para piorar o ambiente, ele está aos tapas com Michelle, que foi a campo para bombardeá-lo.
Muita água, é verdade, ainda vai passar pela ponte. O senador Jaques Wagner, por exemplo, entrou para o clube Master, e em três meses tudo pode acontecer no reality Brasil. A esperança antipetista, então, é a última que morre.
Aqueles que fecham os olhos e suspiram com a ideia de um “cinturão de direita” no continente tentam considerar os fatos com o viés de suas expectativas. Porém, uma análise equilibrada do perfil, das aptidões e das características conhecidas de Flávio Bolsonaro concluiria pela imprevisibilidade e pela ausência de experiência, envergadura e requisitos mínimos para ocupar o posto mais alto da nação.
As chances de uma catástrofe nacional em caso de uma eventual eleição do primogênito do capitão são consideráveis.
Para frustração da torcida do cinturão, as alternativas na praça não animam muito. Zema, o ex-governador de Minas, é constrangedor e não resiste a um olhar minimamente crítico.
Ronaldo Caiado parece agora despertar algum ânimo em setores do mercado. Promete as reformas estruturantes e a panaceia privatista e fiscalista de sempre que tanto encanta o mundo das finanças.
A propósito, estamos assistindo pasmos ao grande espetáculo do vale-tudo mafioso e trambiqueiro que se encena no palco financeiro do país. A fraude das Americanas voltou ao noticiário. Temos o Master, os fundos e as fintechs obscuras do crime organizado. E o que dizer de igrejas usadas como plataformas de enriquecimento?
Caiado, é verdade, tem boa avaliação em Goiás, mas seu épico cavalo branco ainda não compete com o combalido “dark horse” do bolsonarismo. Não parece um nome destinado a surpreender.
Restaria nesse cenário pouco auspicioso para a direita contar com uma maluquice: Renan Santos, do Missão, de repente desponta nas intenções de voto. Mas aí já seria demais, não é?
Olhando para o cenário de maneira fria, seria possível dizer que um bom negócio para os mais razoáveis talvez fosse Lula vencer a eleição e completar seu ciclo. Se é que vocês me entendem. Apesar dos problemas, o petista é previsível e tem resultados. Será a última vez que poderá competir. Depois, em quatro anos, uma nova realidade político-eleitoral se abrirá no Brasil. Um quadro reaberto e diferente, nunca antes visto na história da redemocratização desse país.
O senador Sergio Moro (PL) gravou e enviou um vídeo a respeito de outro onde aparece sendo entrevistado e chama os parnanguaras, moradores e nascidos em Paranaguá, de ‘população indígena’. Diz que se confundiu no meio do tumulto, pede desculpas e garante que tem o maior respeit\o por aquele povo. Confira: Continue lendo
de Manoel Carlos Karam
O fim do verão foi dos melhores para nós porque o fim do verão não foi dos melhores para os taedos. A chuva de março alagou o país quase inteiro. Entrou água no palácio do governo. O presidente taedo foi carregado no colo por um homem da segurança. A primeira-dama saiu nadando. Um general morreu afogado, ele lia um manual de guerra quando a inundação chegou ao banheiro do palácio. Aquilo que vocês viram no filme que nós produzimos é tudo verdade.
Do Filósofo do Centro Cínico
Se o bolsonarismo sobreviverá sem a figura do Jair, é lógico pensar que o lulismo vai continuar sem o Luis Inácio. Dito isso, pais e avós devem benzer para proteção de filhos e netos, porque o que vem por aí será muito pior do que o que já acontece há tempos.